Corte por guilhotina vs corte a laser em Campinas, Hortolândia e Americana: comparativo técnico para comprar melhor
- GIL CELIDONIO
- 14 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Se você compra chapas cortadas nas regiões de Campinas, Hortolândia e Americana, a escolha entre corte por guilhotina e corte a laser impacta diretamente precisão, custo por peça e prazo. Abaixo, um comparativo técnico objetivo para ajudar a decidir com segurança e otimizar seu orçamento.
Quando optar pelo corte por guilhotina
Cortes retilíneos e repetitivos: ideal para tiras, blanks e chapas quadradas/retangulares.
Alto rendimento em volume: produtividade elevada para grandes lotes com medidas padronizadas.
Custo por peça competitivo: especialmente quando há poucos setups e baixa variação de medidas.
Materiais típicos: aço carbono, inox e alumínio em chapas planas.
Espessuras usuais: de finas até médias (ex.: 0,5 a 6–12 mm, conforme capacidade da máquina).
Tolerâncias: valores típicos na faixa de ±0,2 a ±0,5 mm, conforme material, espessura e regulagem.
Quando optar pelo corte a laser
Geometrias complexas: furos, curvas, chanfros e detalhes finos sem necessidade de ferramentas específicas.
Acabamento superior: bordas limpas, mínima rebarba e menor necessidade de retrabalho.
Agilidade em pequenos lotes: trocas rápidas de desenho via CAD/CAM e setup enxuto.
Flexibilidade de materiais: aço carbono, inox, alumínio e outros metais, com variação de espessura.
Tolerâncias: normalmente mais fechadas (ex.: ±0,1 a ±0,2 mm), dependendo de material e espessura.
Comparativo técnico rápido
Precisão e acabamento: o laser se destaca em detalhes e borda; a guilhotina atende bem cortes retos com leve rebarba nas maiores espessuras.
Velocidade: para cortes retilíneos repetitivos, a guilhotina é muito rápida; para formas complexas, o laser ganha por eliminar ferramentas.
Custo total: guilhotina tende a menor custo por peça em grandes lotes e cortes retos; laser é mais competitivo em pequenos lotes e peças detalhadas.
Espessura e material: laser cobre ampla faixa (tipicamente até 20–25 mm em aço carbono, conforme tecnologia); guilhotina varia por máquina e é ótima em chapas finas a médias.
Pós-processo: laser reduz desbaste e rebarba; guilhotina pode exigir acabamento extra em espessuras maiores.
Prazo e preço em Campinas, Hortolândia e Americana
Lead time: corte a laser costuma encurtar prazos para peças variadas e protótipos; guilhotina é imbatível em séries padronizadas.
Disponibilidade local: a região conta com oferta de ambas as tecnologias, favorecendo concorrência e bons prazos.
Frete e logística: produzir localmente em Campinas, Hortolândia ou Americana reduz custos e risco de avarias.
Aplicações comuns
Laser: painéis decorativos, componentes com furos e recortes complexos, protótipos, peças de precisão, lote pequeno a médio.
Guilhotina: blanks para dobra/estamparia, chapas de cobertura, tiras e tarugos retilíneos, grande volume.
Como escolher a melhor tecnologia
Defina o desenho (simples e retilíneo vs. complexo).
Confirme material e espessura disponíveis.
Projeção de lote (prototipagem, pequeno, médio ou grande volume).
Metas de tolerância e acabamento do projeto.
Faça duas cotações: uma em guilhotina (se aplicável) e outra em laser; compare custo total, prazo e retrabalho.
Pronto para produzir?
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