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Corte por guilhotina vs corte por laser em Campinas, Hortolândia e Americana: comparativo técnico

  • Foto do escritor: GIL CELIDONIO
    GIL CELIDONIO
  • 21 de out. de 2025
  • 3 min de leitura

Se você busca produtividade, precisão e melhor custo total em corte de chapas metálicas, entender quando usar guilhotina e quando optar por corte a laser faz toda a diferença. A seguir, um comparativo direto, com foco em compradores das regiões de Campinas, Hortolândia e Americana.




O que é corte por guilhotina

A guilhotina é um processo mecânico de cisalhamento com lâmina reta, ideal para cortes lineares. É rápida, tem baixo custo por peça em lotes repetitivos e exige pouco setup para cortes simples.


  • Aplicações: tiras, blanks retangulares, recortes retos em série.

  • Vantagens: alta produtividade em cortes retos, custo de operação competitivo, zero zona termicamente afetada (sem HAZ).

  • Limitações: não realiza curvas nem furos, tolerâncias mais abertas, pode gerar rebarba leve dependendo do material e afiação da lâmina.


O que é corte por laser

O corte a laser (fibra) oferece grande versatilidade para geometrias complexas, furos e features finas, com excelente repetibilidade e acabamento.


  • Aplicações: peças com curvas, contornos complexos, microperfurações e protótipos até grandes lotes com nesting otimizado.

  • Vantagens: alta precisão, borda superior, liberdade de design, melhor aproveitamento de chapa.

  • Limitações: custo/hora maior que guilhotina; exige exaustão e parametrização por material/espessura.


Comparativo técnico direto


Precisão e tolerâncias

  • Guilhotina: tolerância típica de ±0,3 a ±0,8 mm (varia com espessura, comprimento do corte e ajuste da máquina).

  • Laser: tolerância típica de ±0,1 a ±0,2 mm com repetibilidade elevada.

  • Acabamento: laser com rebarba mínima; guilhotina pode exigir desbaste leve em algumas ligas.


Materiais e espessuras típicas

  • Aço carbono: guilhotina até ~6–13 mm (conforme capacidade e comprimento); laser até ~20–25 mm.

  • Aço inox: guilhotina até ~6–10 mm; laser até ~15–20 mm (parâmetros e gás de corte adequados).

  • Alumínio: guilhotina até ~8–12 mm; laser até ~10–12 mm (com ajustes para refletividade).


Velocidade e produtividade

  • Guilhotina: extremamente rápida para cortes retilíneos repetidos e grandes lotes.

  • Laser: muito eficiente em mix de peças, protótipos e lotes variados com nesting, reduzindo desperdício.


Geometria e acabamento

  • Guilhotina: somente cortes retos, sem furos nem contornos curvos.

  • Laser: curvas, slots, furos pequenos e detalhes finos; HAZ reduzida e qualidade de borda superior.


Custos e ROI

  • Guilhotina: menor custo para peças retas simples e volumes altos.

  • Laser: reduz etapas (furação, punção, rebarba), economiza material e tempo de setup, excelente para prazos curtos e geometrias complexas.


Sustentabilidade e segurança

  • Guilhotina: baixo consumo energético por corte simples; requer proteções mecânicas.

  • Laser: sem óleo de corte; exige exaustão adequada dos fumos e EPI.


Como escolher em Campinas, Hortolândia e Americana

A proximidade logística reduz prazo e frete. Avalie centros de corte com coleta/entrega em Campinas, Hortolândia e Americana e filas de produção com lead time curto.


  1. Defina material e espessura (aço carbono, inox, alumínio).

  2. Mapeie geometrias: retos simples favorecem guilhotina; contornos e furos favorecem laser.

  3. Estime volume e prazo: altos volumes lineares favorecem guilhotina; lotes variados e urgências favorecem laser.

  4. Exija tolerâncias e acabamento realistas para evitar custos ocultos.

  5. Otimize logística regional: rotas frequentes em Campinas, Hortolândia e Americana reduzem custo total.


Quando usar cada processo

  • Escolha guilhotina se: precisa de tiras, blanks retos, cortes longos repetitivos, com custo por peça mínimo.

  • Escolha laser se: precisa de curvas, furos, protótipos rápidos, personalização, melhor acabamento e aproveitamento de chapa.


Prazos e SLAs típicos na região

  • Laser para protótipos: 24–48 horas (conforme fila e material em estoque).

  • Guilhotina para lotes retos: 24–72 horas.

  • Projetos mistos: confirmar conforme complexidade e volume.


Dicas práticas para reduzir custos

  • Envie arquivos DXF/DWG limpos e com camadas organizadas.

  • Use formatos de chapa padrão (ex.: 1000x2000, 1200x3000, 1500x3000) para melhor nesting.

  • Aplique tolerâncias compatíveis com a função da peça; tolerâncias excessivas encarecem.

  • Consolide pedidos por cidade (Campinas, Hortolândia, Americana) para otimizar frete.


Pronto para cotar

Envie material, espessura, quantidade, desenho e prazo desejado. Atendemos com agilidade em Campinas, Hortolândia e Americana, com suporte técnico para indicar o melhor processo (guilhotina ou laser) para seu caso.


 
 
 

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