top of page

Dobra de chapas finas em Campinas, Nova Odessa e Jaguariúna: dicas para evitar rachaduras

  • Foto do escritor: GIL CELIDONIO
    GIL CELIDONIO
  • 22 de nov. de 2025
  • 3 min de leitura

Se você precisa de dobra de chapas finas com acabamento impecável e sem trincas, saber como configurar o processo é decisivo para reduzir refugos e garantir prazos. A seguir, reunimos boas práticas de projeto, preparação e produção para quem contrata ou executa dobras em Campinas, Nova Odessa e Jaguariúna.




Por que as chapas racham?

  • Raio interno inadequado: raio muito pequeno concentra tensões e provoca microtrincas.

  • Direção de laminação desfavorável: dobrar paralelo à laminação aumenta o risco de fissuras.

  • Ferramenta e vão de matriz (V) incorretos: seleção errada de punção/matriz gera alongamento excessivo.

  • Entalhes, rebarbas e cantos vivos: iniciam trincas durante a deformação.

  • Material ou tratamento inadequado: lotes envelhecidos, encruamento e soldas próximas à linha de dobra.

  • Parâmetros de máquina fora do ideal: penetração e pressão excessivas, sem compensar retorno elástico.


Escolha do material e raio mínimo recomendado

Consulte sempre a ficha técnica do material. Como referência prática para chapas finas (até ~3 mm):


  • Aço carbono: raio interno (Ri) ≈ 1,0× a 1,5× a espessura (t).

  • Aço inox: Ri ≈ 1,5× a 3,0× t (devido ao encruamento e menor alongamento).

  • Alumínio: Ri ≈ 1,0× a 2,0× t (varia com a liga/temper).

  • Evite dobrar paralelo à laminação: prefira dobrar perpendicular às linhas de laminação.


Ferramentas, matrizes e setup de dobradeira

  • Abertura da matriz (V): 6× a 10× t para dobra a ar de chapas finas; ajuste conforme material e raio desejado.

  • Punção: nariz polido e raio do punção compatível com Ri necessário; desgaste gera marcas e microtrincas.

  • Sequência de dobras: para perfis Z/U, distribua a deformação em etapas, evitando concentrar esforços em uma única passada.

  • Lubrificação/filme protetor: reduz atrito superficial e marcas, especialmente em inox e alumínio.

  • Dobradeira CNC com compensação de flecha: garante repetibilidade e redução de retrabalho.


Passo a passo para evitar rachaduras

  1. Análise de projeto: verifique furos/recortes próximos à linha de dobra e adicione alívios quando necessário.

  2. Direção da dobra: planeje para dobrar perpendicular à laminação do material.

  3. Calcule raio, V e K-factor: defina Ri, abertura de matriz e K-factor (tipicamente 0,30–0,45 em dobra a ar) considerando retorno elástico.

  4. Teste de cupom: dobre amostras curtas do mesmo lote para validar parâmetros antes da produção.

  5. Acabamento das bordas: remova rebarbas e cantos vivos; arredonde cantos internos (Ri ≥ t).

  6. Controle de penetração/pressão: ajuste a altura do punção para evitar sobrecompressão.

  7. Rastreabilidade do lote: registre número do lote, dureza e condição do material.

  8. Inspeção pós-dobra: verifique microtrincas com lupa/penetrante quando crítico e documente medidas.


Boas práticas de projeto para chapas finas

  • Distância mínima de furos à linha de dobra: ≥ 2× t + Ri.

  • Alívios em dobras fechadas e caixas: use rasgos/slots para eliminar rasgos no canto.

  • Cantos internos com raio: evite 90° vivos; adote Ri ≥ t.

  • Solda após a dobra: quando possível, para não encruar a região a ser dobrada.

  • Tolerâncias realistas: considere retorno elástico conforme material e geometria.


Serviço local com agilidade e qualidade


Campinas

Atendimento rápido para protótipos e séries, integração com corte a laser e inspeção dimensional.



Nova Odessa

Suporte a metalmecânico e moveleiro com prazos curtos e repetibilidade em lotes.



Jaguariúna

Excelência em dobra CNC para perfis complexos e acabamentos exigentes.


Trabalhamos com aço carbono, inox e alumínio, do corte à dobra, com certificações, controle de qualidade e entrega programada. Precisa reduzir refugos e ganhar velocidade? Fale com nossa equipe técnica.



Perguntas frequentes


Como evitar trincas em dobras de inox?

Use Ri maior (1,5× a 3× t), V adequado, direcione a dobra perpendicular à laminação e faça testes preliminares.



Qual K-factor usar em chapas finas?

Em dobra a ar, valores típicos ficam entre 0,30 e 0,45, variando por material, V e raio. Valide com cupom de teste.



Quais espessuras atendem melhor?

De 0,5 mm a 3,0 mm, com repetibilidade e baixo índice de marcas superficiais.



Pronto para dobrar sem rachaduras?

Atendemos Campinas, Nova Odessa e Jaguariúna com orçamento ágil e suporte de engenharia. Otimize custo, qualidade e prazo no seu próximo projeto.


 
 
 

Comentários


bottom of page