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Espessura máxima de chapas em dobradeiras: Campinas, Paulínia e Nova Odessa

  • Foto do escritor: GIL CELIDONIO
    GIL CELIDONIO
  • 22 de dez. de 2025
  • 3 min de leitura

Se você busca dobrar chapas com segurança, qualidade e prazos competitivos na região de Campinas, Paulínia e Nova Odessa, entender a espessura máxima suportada pela dobradeira é essencial para evitar retrabalho, custos extras e atrasos.




O que define a espessura máxima na dobra

A capacidade real de uma dobradeira não depende apenas da tonelagem da máquina. Estes fatores trabalham em conjunto:


  • Material da chapa: aço carbono, inox e alumínio têm resistências diferentes.

  • Comprimento da dobra: quanto maior o comprimento efetivo, maior a força necessária.

  • Abertura da matriz (V) e punção: escolha correta reduz esforço e melhora o acabamento.

  • Tipo de dobra: dobra ao ar exige menos força que cunhagem.

  • Tonalidade/capacidade da máquina: limite de tonelagem total e por metro, curso e abertura.


Capacidades típicas na região

Na prática de chão de fábrica na região metropolitana de Campinas, encontram-se perfis de máquinas comuns que atendem a maioria dos projetos:


  • Dobradeiras 80–160 t (até ~3,0 m): indicadas para aço carbono até cerca de 6–8 mm, inox até 5–6 mm e alumínio até 10–12 mm, dependendo do V e do comprimento efetivo.

  • Dobradeiras 220–400 t (até ~3,0 m): viabilizam aço carbono até ~12,7 mm (1/2''), inox até ~10 mm e alumínio até 16–20 mm.

  • Comprimentos acima de 3,0 m: a espessura máxima cai; por exemplo, dobrar 6 mm em 6 m pode exigir máquinas acima de 300 t.

Observação: valores de referência. A capacidade final depende da combinação material–comprimento–ferramental. Sempre valide com engenharia.



Regras práticas por material

  • Aço carbono: matriz V ≈ 8× a espessura (t). É o melhor ponto de partida para dobra ao ar com bom acabamento.

  • Inox: resistência maior; estime +40% a +60% de esforço em relação ao aço carbono. Se a máquina dobra 6 mm em aço, projete ~4 mm em inox para a mesma configuração.

  • Alumínio: esforço menor; em média exige ~40% a ~60% menos força que o aço carbono, a depender da liga/temper.


Raio interno, aba mínima e qualidade

  • Raio interno: em dobra ao ar, raio interno ≈ 0,16×V. Com V ≈ 8×t, o raio tende a ≈ 1×t para aços comuns.

  • Aba mínima: como regra, aba ≥ 4×t (com V ≈ 8×t) para evitar deformações e marcas excessivas.

  • Marcas de ferramenta: inox e alumínio pedem proteção/filme ou matrizes específicas para melhor acabamento.


Como estimar a viabilidade sem surpresa

  • Defina o comprimento efetivo da dobra mais longa da peça.

  • Selecione o V compatível com a espessura e raio requerido.

  • Considere o fator de material (inox exige mais, alumínio menos).

  • Valide a tonelagem por metro e a tonelagem total da máquina disponível.

Profissionais da região utilizam tabelas do fabricante e software de dobra para confirmar a força e o ferramental ideais antes de liberar a produção.



Por que produzir em Campinas, Paulínia e Nova Odessa

  • Logística ágil: coleta e entrega na RMC reduzem prazo total e custo de transporte.

  • Capilaridade industrial: disponibilidade de corte (laser/plasma), usinagem, solda e pintura para fluxo completo.

  • Atendimento técnico próximo: ajustes de projeto e protótipos com resposta rápida.


Checklist para um orçamento assertivo

  1. Material e norma (ex.: Aço SAE 1020, Inox 304, Alumínio 5052).

  2. Espessura da chapa (t) e tolerâncias críticas.

  3. Comprimento efetivo de cada dobra (mm).

  4. Raio interno desejado e acabamento superficial.

  5. Quantidade, repetitividade e prazo.

  6. Arquivos técnicos (DXF/DWG/STEP) e desenho com K-factor ou raio previsto.

  7. Processos adicionais: corte, furos, roscas, solda, pintura.


Capacidades especiais e peças espessas

Para chapas acima de ~12 mm em aço carbono ou dobras longas (>3 m), avalie opções de dobradeiras de alta tonelagem ou divisão de peças em etapas. Nossa equipe orienta na escolha do ferramental e no redesenho de geometrias para manter custo e qualidade.



Prontos para dobrar seu projeto

Atendemos demandas de dobra de chapas com controle dimensional, rastreabilidade de material e prazos competitivos em Campinas, Paulínia e Nova Odessa. Envie seu desenho e receba uma análise técnica antes de fechar.


Fale agora e garanta a melhor combinação de espessura, raio e custo para sua peça.


 
 
 

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