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Oxicorte em chapas metálicas em Campinas, Indaiatuba e Monte Mor: quando vale a pena usar este método

  • Foto do escritor: GIL CELIDONIO
    GIL CELIDONIO
  • 18 de out. de 2025
  • 3 min de leitura

Se você precisa cortar chapas de aço carbono espessas com bom custo-benefício e prazos competitivos nas regiões de Campinas, Indaiatuba e Monte Mor, o oxicorte pode ser a solução ideal. A seguir, mostramos em quais cenários esse método se destaca, como ele se compara a tecnologias como laser, plasma e jato d’água, e como preparar um pedido de orçamento que evita retrabalhos e acelera a entrega.




O que é oxicorte e como funciona

O oxicorte (oxy-fuel) utiliza um maçarico com gás combustível e oxigênio para aquecer o aço carbono até o ponto de ignição e, em seguida, um jato de oxigênio puro realiza a oxidação controlada, cortando a chapa. É um processo consolidado para chapas grossas, com excelente disponibilidade de matéria-prima e insumos na região metropolitana de Campinas.



Quando vale a pena usar oxicorte

  • Espessuras elevadas: excelente desempenho acima de 25 mm e até 300 mm (conforme capacidade do fornecedor).

  • Aço carbono: ideal para A36, SAE 1020, 1045 e equivalentes. Não é o método preferencial para inox ou alumínio.

  • Geometrias robustas: peças com cortes retos, contornos simples a médios e chanfros para soldagem.

  • Orçamento otimizado: custo por corte competitivo em relação a laser/jato d’água em chapas grossas.

  • Prazo e logística: disponibilidade local em Campinas, Indaiatuba e Monte Mor reduz tempo de coleta/entrega.


Limites típicos de precisão e acabamento

  • Precisão: geralmente na faixa de ±1 a ±2 mm, conforme espessura e regulagem.

  • Largura de corte (kerf): tipicamente 3 a 5 mm.

  • Zona afetada pelo calor (ZAC): pode exigir usinagem posterior para tolerâncias críticas ou faces de acoplamento.

  • Rebarba/escória: removível com esmerilhamento; pode haver leve oxidação superficial.


Oxicorte x Laser x Plasma x Jato d’água

  • Laser: altíssima precisão e acabamento fino; melhor para chapas finas a médias. Em chapas muito espessas, custo e velocidade podem não compensar.

  • Plasma: bom equilíbrio entre velocidade e custo em espessuras médias; menos indicado que oxicorte para espessuras muito elevadas em aço carbono.

  • Jato d’água: sem ZAC, excelente para materiais sensíveis; custo mais alto e velocidade menor em chapas grossas.

  • Oxicorte: custo competitivo e alta capacidade em chapas grossas de aço carbono, com tolerâncias industriais e possibilidade de chanfro.


Aplicações comuns na região de Campinas

  • Baseplates, flanges grossos, chapas de reforço e calços.

  • Componentes estruturais para construção metálica e obras de infraestrutura.

  • Peças para implementos agrícolas, movimentação de cargas e mineração.

  • Pré-formas para usinagem pesada e subconjuntos soldados.


Como escolher um fornecedor em Campinas, Indaiatuba e Monte Mor

  • Capacidade de corte: espessura máxima, dimensões de mesa e chanfro automático.

  • Qualidade: controle de ZAC, remoção de escória e rastreabilidade do material (certificados).

  • Serviços agregados: dobra, usinagem, jateamento, pintura e preparação para solda.

  • Prazo e logística: coleta/entrega local, lead time médio e disponibilidade de chapas em estoque.

  • Engenharia: apoio em aninhamento (nesting) e otimização de consumo de chapa.


Quanto custa e como otimizar o orçamento

O preço final considera espessura, metragem de corte, complexidade, quantidade de furos e preparo de borda. Para reduzir custo e prazo, padronize espessuras, agrupe pedidos e forneça arquivos em formato técnico editável.



Checklist para solicitar orçamento assertivo

  1. Desenho em DXF/DWG com cotas e indicação de chanfros.

  2. Material e espessura (ex.: A36, SAE 1020, 25 mm).

  3. Quantidade por peça e por lote.

  4. Tolerâncias críticas e acabamentos desejados.

  5. Prazos e sequência de entregas (parciais, se necessário).

  6. Necessidades adicionais: usinagem, dobra, jateamento, pintura.

  7. Informar se haverá soldagem posterior (chanfros, preparação de borda).


Boas práticas de projeto para oxicorte

  • Evite micro-geometrias em chapas grossas; prefira raios internos adequados.

  • Dimensione furos menores para posterior usinagem, quando a precisão for crítica.

  • Preveja adição de material para acabamento em faces funcionais.

  • Use chanfragem já no corte para agilizar a soldagem.


Perguntas frequentes

  • Até que espessura o oxicorte atende? Muitos fornecedores operam até 300 mm, dependendo do equipamento.

  • Funciona em inox e alumínio? Não é o método preferencial; considere plasma de alta definição, laser ou jato d’água.

  • A precisão é suficiente para montagem? Sim, para tolerâncias industriais (±1 a ±2 mm). Para ajustes finos, complemente com usinagem.

  • Há deformação térmica? Pode ocorrer ZAC e empeno moderado; o sequenciamento de cortes e fixação reduzem o efeito.

  • Qual o prazo típico na região? Com chapas em estoque, entregas podem ocorrer em poucos dias, conforme carga de produção.


Pronto para cortar suas chapas?

Se suas peças são de aço carbono e envolvem chapas médias a grossas, o oxicorte tende a oferecer o melhor equilíbrio entre custo, prazo e robustez na região de Campinas, Indaiatuba e Monte Mor. Envie seus arquivos e especificações para receber uma cotação rápida e precisa.


 
 
 

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