Técnicas de oxicorte em Campinas, Americana e Hortolândia: quando aplicar
- GIL CELIDONIO
- 27 de out. de 2025
- 3 min de leitura
Se você precisa cortar chapas de aço carbono de grande espessura com ótimo custo-benefício na região de Campinas, Americana e Hortolândia, o oxicorte pode ser a solução ideal. A seguir, mostramos quando aplicar, como comparar com plasma e laser, e como comprar com segurança e rapidez.
O que é e como funciona o oxicorte
O oxicorte (oxy-fuel) utiliza uma chama de pré-aquecimento e um jato de oxigênio para oxidar e remover o metal, gerando cortes confiáveis em aços carbono e baixa liga.
Melhor aplicação: aços carbono e baixa liga.
Espessuras típicas: 25 a 300 mm (ou mais com setup adequado).
Vantagens: baixo custo por metro de corte, capacidade para chapas muito espessas, possibilidade de chanfros e biséis.
Limitações: não indicado para inox e alumínio; pode gerar ZTA (zona termicamente afetada) e escória que exigem acabamento.
Quando aplicar o oxicorte
Chapas espessas: acima de 25–30 mm, especialmente quando o projeto prioriza custo total.
Aço carbono: ASTM A36, SAE 1020/1045 e aços de baixa liga são ideais.
Cortes retos, flanges e bases: placas, anéis, cantoneiras abertas, reforços e chapas de base com furos de grande diâmetro.
Bisel/chanfro para soldagem: preparação de juntas em V, X, K com rapidez.
Produção em alto volume: ótimo custo por peça em lotes médios/grandes.
Trabalhos em campo: manutenção e cortes on-site em plantas industriais e obras.
Checklist rápido de decisão
Confirme o material (aço carbono ou baixa liga).
Verifique a espessura (oxigênio é excelente para >25 mm).
Analise a geometria (cortes retos e furos grandes favorecem o processo).
Defina tolerância e acabamento necessários (pode requerer usinagem posterior).
Compare prazo e custo com plasma/laser.
Considere execução em campo quando a logística da chapa for difícil.
Oxicorte x plasma x laser
Quando preferir cada um
Oxicorte: melhor custo em espessuras altas; ideal para aço carbono; viável em campo.
Plasma: mais versátil (corta inox e alumínio), velocidade maior em espessuras médias; bom para tolerâncias intermediárias.
Laser: alta precisão e qualidade de borda em chapas finas a médias; custo mais alto em espesso.
Regra prática: acima de 25–30 mm em aço carbono e com tolerâncias padrão de caldeiraria, o oxicorte tende a ser a escolha mais econômica.
Capacidades e atendimento em Campinas, Americana e Hortolândia
A região conta com forte base metalmecânica (automotivo, sucroenergético, papel e celulose, caldeiraria) e serviços de oxicorte com:
Capacidade de espessura: 25 a 300 mm (verificar limites por material e bico).
Formatos: bases, flanges, anéis, reforços, chapas com bisel para solda.
Tolerâncias típicas: ±1,5 a ±3,0 mm em cortes retos, conforme setup.
Acabamentos: limpeza de escória, esmerilhamento e bisel CNC.
Logística ágil: retirada/entrega local e possibilidade de corte on-site.
Boas práticas para qualidade no oxicorte
Identificação do material: confirmar certificado e composição para parametrização correta.
Pré-aquecimento adequado: reduz tensões e melhora a qualidade do corte.
Bico e pressão corretos: selecionar conforme espessura e tipo de chama.
Velocidade de avanço: ajustar para minimizar rebarbas e ZTA excessiva.
Gabarito/CNC: garante repetibilidade e tolerância de contorno.
Pós-processo: remoção de escória, esmerilhamento e inspeção dimensional.
Quanto custa e como cotar
O preço do oxicorte é formado por espessura, comprimento total de corte, complexidade da peça, bisel, volume e lead time. Para uma cotação rápida e assertiva, envie:
Desenho com medidas (DXF/DWG/PDF) e tolerâncias.
Material e espessura exatos.
Quantidade e necessidade de bisel/acabamento.
Prazo desejado e local de entrega na região (Campinas, Americana, Hortolândia).
Precisa reduzir custo e prazo em chapas espessas? O oxicorte certo, com parâmetros e logística adequados, entrega performance e economia para seu projeto.









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